- sin sun.
terça-feira, 28 de maio de 2019
- sin sun.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
...
Eu queria abrir essa página em branco e conseguir escrever como antes, sinto que me perdi mais e mais, e está difícil colocar tudo que quero pra fora em forma de poesia, hoje essa página em branco vai ser o meu diário, como sempre foi mas hoje eu preciso mesmo escrever aqui. E mesmo assim está sendo difícil.
Queria apenas poder reiniciar, sabe alguns momentos da minha vida, esquecer muitos deles ao menos, infelizmente não funciona assim.
Queria escrever mais, mas está complicado, eu só queria poder esquecer...
PS: Até o primeiro do ano esses pensamentos me fizeram esquecer... Quando eu estiver melhor eu escrevo...
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domingo, 5 de agosto de 2018
Se foi.
Aquelas que eram tão preciosas quanto uma respiração.
Foram-se os minutos, que passavam tão lentamente.
Foram-se os dias, aqueles que contávamos nos dedos para chegar.
Foram-se os momentos.
Pelos quais eu vivo hoje à lembrar.
Foram-se os meses, as semanas...
Foram-se, e não irão voltar.
Postado por Sin Sun às 16:15 0 comentários
quinta-feira, 29 de março de 2018
Éramos especiais.
Éramos especiais.
No momento que nos falamos pela primeira vez, até mesmo pela última vez.
Éramos especiais.
Nossas risadas, nossos olhares, nossos beijos, nossas caricias, tudo era especial.
Éramos especiais.
Nossos planos que jamais vão se realizar, objetivos que nunca chegaremos a alcançar, éramos apenas especiais...
Mas até que ponto éramos especiais?
Ou apenas eu achei que éramos?
É difícil admitir que todo o tipo de dor que passamos em nossas vidas vem para nos fazermos mais fortes e aprender com ela, porque eu ainda penso e acho que somos especiais, mesmo eu nunca mais te encontrando, beijando, ouvindo sua respiração no meu ouvido, ainda seremos, e sempre seremos eternos.
- sin sun.
Postado por Sin Sun às 08:01 0 comentários
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
psicodelia.
psicodelia pura.
onde estou, onde estarei?
psicodelia pura.
as margens da loucura.
psicodelia pura.
eu amo, eu me entrego.
psicodelia pura.
-sin sun.
Postado por Sin Sun às 20:47 0 comentários
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Boêmia.
A loucura, a insanidade, as piores coisas da noite.
É minha vida e sempre foi.
Um dia uma garota, hoje uma mulher, feroz, fugaz mas muito intensa.
Pecados, tão mal aproveitados.
A sujeira me fascina, me encanta, me excita.
Ardente como o Sol, e como o meu próprio nome, sou quente, entro em chamas.
Um copo de cerveja, uma taça de vinho, me deixam felizes, me deixam viva.
Não consigo parar, não tenho limites, a vida é curta, não sigo as regras.
Hoje é tudo o que tenho, o amanhã é incerto, mas parece que ainda não aprendi isso.
Sou como um carro em movimento.
Como uma estrela cadente.
Sou rápida com meus sentimentos.
Amo demais.
Nada que é pouco me fascina, sou exagerada, sou tudo o que quero ser.
Sou um pássaro livre.
Não tenho hora pra parar.
Sou a noite que cai, a lua cheia no céu.
A dama de vermelho na meia luz do poste...
Exagerada.
Sou quente, entro em chamas.
- sin sun.
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Diálogo de uma pessoa só.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
esquizofrenia.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Primeira do Ano (Lamentações).
O ano começou, e como vem acontecendo não escrevi logo em Janeiro.
Esse ano já começou ruim, mas jamais imaginei que iria estar assim logo no início, por um lado é bom que ai eu não fui enganada por mais tempo.
O casamento acabou.
Isso, acabou.
Aqueles posts bonitos de 2010?
Só ilusão.
Achamos que conhecemos as pessoas que nos relacionamos, mas não, não conhecemos...
A pior decepção da minha vida, o maior erro, a pior pessoa, o mal em forma de gente se chama Anderson, o pai da minha filha, a pessoa que voltou para um passado falido, sem pensar 2 vezes, a pessoa que se importa mais com o filho bastardo dos outros do que com a própria filha, um canalha que não ama ninguém, e não merece ser amado.
Ufa...
Respira...
Sim, ele é tudo isso e mais um pouco!
Eu?
Eu estou tentando, eu estou sendo o que sempre fui afinal, mãe e pai da Ani, ele nunca gostou dela, sempre senti isso, e hoje esta mais claro do que nunca.
Aos poucos estamos nos estabilizando, e ela até já esqueceu ele (quem dera eu esquecer também).
Não o amo mais, deixei de amar a muito tempo, quando percebi o quanto ele era instável, então vivia a minha vida as escondidas, em volta de uma relação que já não existia a muito tempo.
Então porque estou triste e com raiva por esse término?
Eu não sei!
Talvez seja pela forma traiçoeira que levou ao fim, do infeliz ter colocado toda a culpa nas minhas costas até na hora de acabar comigo, ele nunca teve coragem de assumir os seus erros e nunca vai ter.
Eu sei que essa raiva um dia vai passar, mesmo estando difícil agora, eu sei que o mundo gira, e tudo se concerta.
Eu só quero deixar bem claro que mesmo as pessoas falando de como o perdão faz bem pra quem foi machucado eu NUNCA, JAMAIS, irei perdoar essa cobra traiçoeira, porque foi isso que ele foi, eu NUNCA vou conseguir perdoar, quando eu enfim esquecer, e estiver bem de verdade esse pequeno "ódio" guardado sera apenas um detalhe que irei rir bastante.
Hoje eu não estou bem, mas sempre vai ter outros dias.
-sin sun.
Postado por Sin Sun às 11:41 0 comentários
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Mãe e filha.
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terça-feira, 11 de outubro de 2016
Previsível.
Aqui estou eu...
Nunca mais escrevi, eu não estou conseguindo escrever.
Eu realmente não sei mais o que fazer, sempre acabo achando que aprendi a lidar com a vida, mas eu não consegui, eu não consigo, estou sempre errada.
EU NÃO SEI O QUE FAZER!
Escolhas erradas, palavras mal ditas, atitudes imaturas, ainda não aprendi a viver.
Perdi a minha mãe... da forma mais cruel possível, estou tentando me agarrar em coisas erradas pelas quais eu me arrependo amargamente depois.
Nunca mais irei vê-la e isso acaba comigo...
Abraça-la...
Beija-la...
ESTOU DESISTINDO!
Mas eu não posso, pelo menos não agora.
Eu sei que preciso reagir mas esta cada dia mais difícil...
Estou aqui mais para desabafar mesmo, porque as vezes é bem difícil falar com as pessoas, quase sempre pra mim a melhor forma é aqui, de frente para o computador e para o blog com os meus leitores fantasmas que jamais irei abandonar, mesmo que fique dias, meses ou anos sem escrever...
- sin sun.
Postado por Sin Sun às 18:34 0 comentários
terça-feira, 15 de março de 2016
Show do HIM / Feat. Primeira do ano!!!
Bom, aqui estou eu depois de alguns meses...
Falarei sobre o show do HIM ♥ E a primeira do ano, então teremos uma dobradinha.
Em um post anterior publiquei que iria no show do HIM, um sonho, um objetivo alcançado e realizado. Foi simplesmente incrível, não daria para descrever em palavras o que senti. Quem me conhece e acompanha meu blog (creio que a segunda opção não está mais válida rs), sabe que não é de hoje que sou fã, e o amor que tenho pela banda, e até eternizei o simbolo dela no corpo
Começando, eu quase não consegui dormir de ansiedade, o dia 11/12/2015 ficaria para sempre marcado em minha vida. Fui de camarote, e confesso que achei que seria ruim, mas realmente só achei, tive uma visão privilegiada!!! Postarei algumas fotos ao decorrer do post, ele será um pouco longo rs... Enfim, conheci meninas incríveis, é muito legal compartilhar um amor assim, porque até então era alone sendo fã deles. A seguir vai uma fotinha nossa, totalmente ansiosas!
Postado por Sin Sun às 16:58 0 comentários
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Mudanças.
Claro que muito mudou desde 2009 pra cá. Mesmo em partes ainda tendo a minha personalidade, não sou a mesma. A maioria das cosias que escrevi aqui não fazem mais sentido, mas eu não poderia apagá-las...
Tudo isso aqui faz parte de mim, da minha essência, não posso simplesmente apagar por ler as antigas postagens e me sentir mal... Isso aqui sou eu, o meu mundo, o meu canto. Tudo que vivi e que relatei aqui, é a minha vida!!! E isso não pode ser mudado mesmo que doa bastante ainda.
Essa sou eu.
Simples assim.
E hoje como a postagem de 13 de Dezembro de 2009, eu estou ouvindo HIM Close to the Flame... E isso nunca vai mudar.
O beijo - o mais doce sabor
E o toque - tão quente
O sorriso - o mais amável
Neste mundo - tão frio e forte
Estamos tão perto da chama
Queimando ardentemente
Ela não vai enfraquecer e nos deixar sozinhos
Os braços - os mais seguros
E as palavras - todas boas
O sentimento - o mais profundo
Neste mundo - tão frio e cruel
[next day...]
- sin sun / HIM
Postado por Sin Sun às 18:52 0 comentários
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
HIM ♥
Eu realmente não estou conseguindo conter a minha felicidade, esperei tanto por esse momento.
A banda HIM veio no ano passado (2014) e não pude ir, fiquei muito mal, muito triste mesmo. Mas esse ano (2015) eles voltarão, 11/12/15 as 22:00, estarei realizando um sonho de mais de 10 anos, ver essa banda ao vivo, a banda pelo qual o simbolo eu marquei na pele para sempre. Eu simplesmente amo eles, não estou aguentando de ansiedade e felicidade ♥.
-sin sun.
Postado por Sin Sun às 13:47 0 comentários
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
La Perdida.
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sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Outubro.
Não sei bem o motivo mas eu adoro o mês de outubro, acho que é por causa de uma música, ou talvez seja de algo da vida passada... Mas eu gosto.
Esse mês me faz bem, mesmo sendo tão quente, o finalzinho do inverno, ele me deixa um pouco mais alegre.
Sempre gostei dele, desde que me entendi por gente.
Mas no fim, acho que é uma música...
[...]
Me leve para casa
Eu lutarei por isto
Quebrado
Sem vida
Eu desisto
[...]
-sin sun.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2015
sábado, 5 de setembro de 2015
O Corvo.
Da meia-noite que apavora,
Eu, caindo de sono e exausto de fadiga,
Ao pé de muita lauda antiga,
De uma velha doutrina, agora morta,
Ia pensando, quando ouvi à porta
Do meu quarto um soar devagarinho,
E disse estas palavras tais:
"É alguém que me bate à porta de mansinho;
Há de ser isso e nada mais."
Ah! bem me lembro! bem me lembro!
Era no glacial dezembro;
Cada brasa do lar sobre o chão refletia
A sua última agonia.
Eu, ansioso pelo sol, buscava
Sacar daqueles livros que estudava
Repouso (em vão!) à dor esmagadora
Destas saudades imortais
Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora.
E que ninguém chamará mais.
E o rumor triste, vago, brando
Das cortinas ia acordando
Dentro em meu coração um rumor não sabido,
Nunca por ele padecido.
Enfim, por aplacá-lo aqui no peito,
Levantei-me de pronto, e: "Com efeito,
(Disse) é visita amiga e retardada
Que bate a estas horas tais.
É visita que pede à minha porta entrada:
Há de ser isso e nada mais."
Minh'alma então sentiu-se forte;
Não mais vacilo e desta sorte
Falo: "Imploro de vós, — ou senhor ou senhora,
Me desculpeis tanta demora.
Mas como eu, precisando de descanso,
Já cochilava, e tão de manso e manso
Batestes, não fui logo, prestemente,
Certificar-me que aí estais."
Disse; a porta escancaro, acho a noite somente,
Somente a noite, e nada mais.
Com longo olhar escruto a sombra,
Que me amedronta, que me assombra,
E sonho o que nenhum mortal há já sonhado,
Mas o silêncio amplo e calado,
Calado fica; a quietação quieta;
Só tu, palavra única e dileta,
Lenora, tu, como um suspiro escasso,
Da minha triste boca sais;
E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço;
Foi isso apenas, nada mais.
Entro coa alma incendiada.
Logo depois outra pancada
Soa um pouco mais forte; eu, voltando-me a ela:
"Seguramente, há na janela
Alguma cousa que sussurra. Abramos,
Eia, fora o temor, eia, vejamos
A explicação do caso misterioso
Dessas duas pancadas tais.
Devolvamos a paz ao coração medroso,
Obra do vento e nada mais."
Abro a janela, e de repente,
Vejo tumultuosamente
Um nobre corvo entrar, digno de antigos dias.
Não despendeu em cortesias
Um minuto, um instante. Tinha o aspecto
De um lord ou de uma lady. E pronto e reto,
Movendo no ar as suas negras alas,
Acima voa dos portais,
Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;
Trepado fica, e nada mais.
Diante da ave feia e escura,
Naquela rígida postura,
Com o gesto severo, — o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: "O tu que das noturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Dize os teus nomes senhoriais;
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?"
E o corvo disse: "Nunca mais".
Vendo que o pássaro entendia
A pergunta que lhe eu fazia,
Fico atônito, embora a resposta que dera
Dificilmente lha entendera.
Na verdade, jamais homem há visto
Cousa na terra semelhante a isto:
Uma ave negra, friamente posta
Num busto, acima dos portais,
Ouvir uma pergunta e dizer em resposta
Que este é seu nome: "Nunca mais".
No entanto, o corvo solitário
Não teve outro vocabulário,
Como se essa palavra escassa que ali disse
Toda a sua alma resumisse.
Nenhuma outra proferiu, nenhuma,
Não chegou a mexer uma só pluma,
Até que eu murmurei: "Perdi outrora
Tantos amigos tão leais!
Perderei também este em regressando a aurora."
E o corvo disse: "Nunca mais!"
Estremeço. A resposta ouvida
É tão exata! é tão cabida!
"Certamente, digo eu, essa é toda a ciência
Que ele trouxe da convivência
De algum mestre infeliz e acabrunhado
Que o implacável destino há castigado
Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga,
Que dos seus cantos usuais
Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,
Esse estribilho: "Nunca mais".
Segunda vez, nesse momento,
Sorriu-me o triste pensamento;
Vou sentar-me defronte ao corvo magro e rudo;
E mergulhando no veludo
Da poltrona que eu mesmo ali trouxera
Achar procuro a lúgubre quimera,
A alma, o sentido, o pávido segredo
Daquelas sílabas fatais,
Entender o que quis dizer a ave do medo
Grasnando a frase: "Nunca mais".
Assim posto, devaneando,
Meditando, conjeturando,
Não lhe falava mais; mas, se lhe não falava,
Sentia o olhar que me abrasava.
Conjeturando fui, tranqüilo a gosto,
Com a cabeça no macio encosto
Onde os raios da lâmpada caíam,
Onde as tranças angelicais
De outra cabeça outrora ali se desparziam,
E agora não se esparzem mais.
Supus então que o ar, mais denso,
Todo se enchia de um incenso,
Obra de serafins que, pelo chão roçando
Do quarto, estavam meneando
Um ligeiro turíbulo invisível;
E eu exclamei então: "Um Deus sensível
Manda repouso à dor que te devora
Destas saudades imortais.
Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora."
E o corvo disse: "Nunca mais".
“Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno
Onde reside o mal eterno,
Ou simplesmente náufrago escapado
Venhas do temporal que te há lançado
Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo
Tem os seus lares triunfais,
Dize-me: existe acaso um bálsamo no mundo?"
E o corvo disse: "Nunca mais".
“Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende!
Por esse céu que além se estende,
Pelo Deus que ambos adoramos, fala,
Dize a esta alma se é dado inda escutá-la
No éden celeste a virgem que ela chora
Nestes retiros sepulcrais,
Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!”
E o corvo disse: "Nunca mais."
“Ave ou demônio que negrejas!
Profeta, ou o que quer que sejas!
Cessa, ai, cessa! clamei, levantando-me, cessa!
Regressa ao temporal, regressa
À tua noite, deixa-me comigo.
Vai-te, não fique no meu casto abrigo
Pluma que lembre essa mentira tua.
Tira-me ao peito essas fatais
Garras que abrindo vão a minha dor já crua."
E o corvo disse: "Nunca mais".
E o corvo aí fica; ei-lo trepado
No branco mármore lavrado
Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.
Parece, ao ver-lhe o duro cenho,
Um demônio sonhando. A luz caída
Do lampião sobre a ave aborrecida
No chão espraia a triste sombra; e, fora
Daquelas linhas funerais
Que flutuam no chão, a minha alma que chora
Não sai mais, nunca, nunca mais!
- Edgar Allan Poe.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Insanidades.
Não consigo mais gostar de alguém, e nem sei se um dia conseguirei de novo, e isso é triste, saber que nunca mais vou conseguir sentir algo bom no coração me assusta.
Mas simplesmente não consigo mais.
Sinto que sempre a toda hora estou enlouquecendo, não estou conseguindo manter a calma e o controle, tenho medo do que eu possa fazer.
A cada dia que passa a loucura toma conta de mim, estou vazia, oca, e não, consigo voltar.
Preciso voar, voar pra bem longe, preciso sumir, fugir, apenas preciso sair correndo daqui.
Não sei se um dia voltarei, acho que pra isso não tem volta.
E esse pensamento junto com a insanidade estão tomando conta de mim, me colocam pra dormir toda noite com a vontade de não acordar mais...
Preciso partir, preciso voar, sumir, morrer...!
Assim a ilusão da vida não vai mais me enganar.
- sin sun.
*Pintura de Leonid Afremov.
Postado por Sin Sun às 15:42 0 comentários
sábado, 22 de agosto de 2015
Espantada.
Sinceramente eu já tinha desistido disso aqui, nem imaginava que poderia voltar e escrever algumas linhas.
Não sei contar em palavras o que aconteceu desde que estive aqui, no meu cantinho, no meu lugar particular, só sei que nada foi bom, nada foi como eu queria que fosse.
Só sei que não foi fácil, e hoje também nem tenho muito tempo de estar aqui, mas fiquei tão animada de ter voltado que tive que escrever essas linhas, poucas mas sinceras.
Estava com saudades.
De volta depois de 3 longos anos...
- sin sun.
Postado por Sin Sun às 07:55 0 comentários





























